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Região

Região

Douro, Celeirós

Castas

Castas

Castas tradicionais do Douro

Produção

Produção

n/d

Vinhas

Vinhas

Vinhas Velhas

A ideia será sempre mais a de fazer beber do que a de provocar, mesmo que uma leve à outra

História

"Percebeber" o Vinho

O vinho Indício nasceu de um encontro casual entre dois jovens (um deles nem tanto) entusiastas pelo prazer de “percebeber” o vinho: Alexandre Botelho (Noble &Murat) e Marco Lourenço (Cegos por Provas) combinaram trocar as suas experiências de profundo conhecimento do Douro, tradição familiar e hábitos de prova, para pegarem em vinhas velhas que pelo seu inestimável valor patrimonial, vão desaparecendo ou sendo desperdiçadas em escalas de produção que impedem uma genuína compreensão do seu valor.

A primeira vindima foi em 2017, na altura sob a supervisão do enólogo Luís Leocádio, na Quinta dos Lagares, com quem aprenderam a aprimorar algumas das ideias que queriam trabalhar. Daí resultaram os três primeiros Indícios (por definição “Aquilo que fica ou sobra do que desapareceu ou passou ou aconteceu”), um tinto, um branco e um rosé. Desde aí que trabalham apenas os dois, recorrendo a técnicas e saberes de vinificação tradicionais, com diminuta intervenção nos seus vinhos.

A partir de 2018 incorporaram um novo vinho, o Garganta Funda, que surgiu de uma amena conversa com a Oficina Arara, também do Porto, autores dos rótulos e de toda a imagem gráfica dos vinhos, e com quem mantém uma estreita relação desde o in(d)ício. A ideia será sempre mais a de fazer beber do que a de provocar, mesmo que uma leve à outra. Usam cubas de inox, barricas bastante usadas de carvalho francês e formas plásticas para pisar as uvas, sem controlo de temperatura. Os brancos fazem sempre curtimenta parcial. Nem sempre é possível manter as mesmas vinhas de ano para ano, pelo que nunca se sabe ao certo o que está para vir. É por aí que vamos.

A ideia será sempre mais a de fazer beber do que a de provocar, mesmo que uma leve à outra

História

"Percebeber" o Vinho

O vinho Indício nasceu de um encontro casual entre dois jovens (um deles nem tanto) entusiastas pelo prazer de “percebeber” o vinho: Alexandre Botelho (Noble &Murat) e Marco Lourenço (Cegos por Provas) combinaram trocar as suas experiências de profundo conhecimento do Douro, tradição familiar e hábitos de prova, para pegarem em vinhas velhas que pelo seu inestimável valor patrimonial, vão desaparecendo ou sendo desperdiçadas em escalas de produção que impedem uma genuína compreensão do seu valor.

A primeira vindima foi em 2017, na altura sob a supervisão do enólogo Luís Leocádio, na Quinta dos Lagares, com quem aprenderam a aprimorar algumas das ideias que queriam trabalhar. Daí resultaram os três primeiros Indícios (por definição “Aquilo que fica ou sobra do que desapareceu ou passou ou aconteceu”), um tinto, um branco e um rosé. Desde aí que trabalham apenas os dois, recorrendo a técnicas e saberes de vinificação tradicionais, com diminuta intervenção nos seus vinhos.

A partir de 2018 incorporaram um novo vinho, o Garganta Funda, que surgiu de uma amena conversa com a Oficina Arara, também do Porto, autores dos rótulos e de toda a imagem gráfica dos vinhos, e com quem mantém uma estreita relação desde o in(d)ício. A ideia será sempre mais a de fazer beber do que a de provocar, mesmo que uma leve à outra. Usam cubas de inox, barricas bastante usadas de carvalho francês e formas plásticas para pisar as uvas, sem controlo de temperatura. Os brancos fazem sempre curtimenta parcial. Nem sempre é possível manter as mesmas vinhas de ano para ano, pelo que nunca se sabe ao certo o que está para vir. É por aí que vamos.

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