Dois brancos com o caráter e a simplicidade das sensações genuínas.
História
Recheado de história e valores familiares, o ‘Monte do Lobo’ respira pelo Atlântico, ali a dois passos. A norte, o horizonte recortado pela Serra de Monchique, vigilante discreta mas protetora e omnipresente, enquadra um ‘terroir’ verdadeiramente algarvio e que cuidou das castas Crato e Arinto até ao nascimento do ‘Dona Niza’.
História
Recheado de história e valores familiares, o ‘Monte do Lobo’ respira pelo Atlântico, ali a dois passos. A norte, o horizonte recortado pela Serra de Monchique, vigilante discreta mas protetora e omnipresente, enquadra um ‘terroir’ verdadeiramente algarvio e que cuidou das castas Crato e Arinto até ao nascimento do ‘Dona Niza’.
Entre em contacto connosco para colocar os seus vinhos na nossa loja.
História
Desde 1890 que o nosso projeto familiar passa de geração em geração, sendo atualmente gerido pela 4ª e 5ª geração: Isabel e seu filho Luís Lufinha Mota Capitão. O conhecimento, transmitido ao longo das gerações, fortalecido pelos valores, ética, responsabilidade e o respeito pelo homem e pela natureza dá origem a este património que nos identifica como família. Somos artesões do vinho, respeitando a autenticidade do nosso terroir, o que se traduz em vinhos com personalidade, respeito pelo meio ambiente e baixa intervenção química.”
A Herdade do Cebolal é constituída por 85 hectares dos quais 20 são de vinha e 65 de floresta. Estamos a trabalhar na regeneração/restruturação do nosso património, em que os primeiros 7 hectares já estão convertidos em Agricultura Sintrópica.
A nossa vinha é composta por castas autóctones e castas internacionais, que foram plantadas durante as últimas décadas, tendo as mais antigas cerca de 80 anos. As nossas práticas de viticultura têm sido revistas ao longo dos últimos anos devido às questões ambientais emergentes do aquecimento global.
História
Desde 1890 que o nosso projeto familiar passa de geração em geração, sendo atualmente gerido pela 4ª e 5ª geração: Isabel e seu filho Luís Lufinha Mota Capitão. O conhecimento, transmitido ao longo das gerações, fortalecido pelos valores, ética, responsabilidade e o respeito pelo homem e pela natureza dá origem a este património que nos identifica como família. Somos artesões do vinho, respeitando a autenticidade do nosso terroir, o que se traduz em vinhos com personalidade, respeito pelo meio ambiente e baixa intervenção química.”
A Herdade do Cebolal é constituída por 85 hectares dos quais 20 são de vinha e 65 de floresta. Estamos a trabalhar na regeneração/restruturação do nosso património em que os primeiros 7 hectares já estão convertidos em Agricultura Sintrópica. As nossas práticas de viticultura têm sido revistas ao longo dos últimos anos devido às questões ambientais emergentes do aquecimento global.
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História
A produção de vinhos na família remonta ao tempo do avô Fernando, o qual plantou a maior parte das nossas vinhas e nos incutiu o gosto pelo sector da vinha e do vinho. Durante muitos anos a quinta comercializou uvas para vinho do Porto e apenas produzia vinho do Douro para consumo próprio.
Em 2002 iniciou-se uma nova etapa na vida desta casa através da produção e comercialização de vinhos Douro DOC. Em nossa mente apenas um objetivo: a produção de vinhos de alta qualidade – ESMERO, o que de bom o Douro tem para oferecer!
Acreditamos que as vinhas velhas têm um potencial que não pode ser desprezado e que deve ser valorizado. É nesta mais-valia que pensamos estar a diferença: lote de diferentes castas com produções equilibradas à videira, associada a uma vinificação cuidada capaz de exprimir o elevado potencial da matéria-prima.
A gama de vinhos da empresa assenta em duas marcas com perfis bem distintos: um estilo clássico assente na videira velha para o ESMERO enquanto o MIMO apresenta maior juventude e leveza ilustrada no rótulo por um jovem enxerto.
História
A produção de vinhos na família remonta ao tempo do avô Fernando, o qual plantou a maior parte das nossas vinhas e nos incutiu o gosto pelo sector da vinha e do vinho. Durante muitos anos a quinta comercializou uvas para vinho do Porto e apenas produzia vinho do Douro para consumo próprio.
Em 2002 iniciou-se uma nova etapa na vida desta casa através da produção e comercialização de vinhos Douro DOC. Em nossa mente apenas um objetivo: a produção de vinhos de alta qualidade – ESMERO, o que de bom o Douro tem para oferecer!
Acreditamos que as vinhas velhas têm um potencial que não pode ser desprezado e que deve ser valorizado. É nesta mais-valia que pensamos estar a diferença: lote de diferentes castas com produções equilibradas à videira, associada a uma vinificação cuidada capaz de exprimir o elevado potencial da matéria-prima
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História
Prima em produzir vinhos de qualidade não esquecendo as tradições e a essência desta região. Feito de uvas de vinhas velhas, com mais de 50 anos, e algumas vinhas novas trabalhadas à mão pelas gentes da terra, o vinho Pedaços oferece um genuíno pedaço do Douro em cada copo.
História
Prima em produzir vinhos de qualidade não esquecendo as tradições e a essência desta região. Feito de uvas de vinhas velhas, com mais de 50 anos, e algumas vinhas novas trabalhadas à mão pelas gentes da terra, o vinho Pedaços oferece um genuíno pedaço do Douro em cada copo.
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História
Durante cerca de 100 anos, a Quinta de Santiago teve como principal actividade a produção de vinhos, azeite, tremoço, ceDollar (NZD), leite, carne, fruta, etc, para auto-consumo.
Em 2009, da determinação e paixão por vinhos dos filhos e netos e da então proprietária, a Avó “Mariazinha”, com 86 anos, nasceu o projeto Quinta de Santiago “boutique winery”.
Sentem orgulho por manter e replicar o modo de a trabalhar dos seus antepassados, valorizando o seu terroir, respeitando a natureza e colhendo da aprendizagem empírica do passado, um legado para as gerações vindouras – um continuum cultural que passa de gerações para gerações.
Todas as uvas utilizadas nos vinhos Quinta de Santiago são provenientes dos seus 7,5 ha de vinhas plantadas em solo de origem franco-argiloso entre os 70 e os 100 metros de altitude e localizadas em microclima muito particular nos terraços aluviais do concelho de Monção.
História
Durante cerca de 100 anos, a Quinta de Santiago teve como principal actividade a produção de vinhos, azeite, tremoço, ceDollar (NZD), leite, carne, fruta, etc, para auto-consumo.
Em 2009, da determinação e paixão por vinhos dos filhos e netos e da então proprietária, a Avó “Mariazinha”, com 86 anos, nasceu o projeto Quinta de Santiago “boutique winery”.
Sentem orgulho por manter e replicar o modo de a trabalhar dos seus antepassados, valorizando o seu terroir, respeitando a natureza e colhendo da aprendizagem empírica do passado, um legado para as gerações vindouras – um continuum cultural que passa de gerações para gerações.
Todas as uvas utilizadas nos vinhos Quinta de Santiago são provenientes dos seus 7,5 ha de vinhas plantadas em solo de origem franco-argiloso entre os 70 e os 100 metros de altitude e localizadas em microclima muito particular nos terraços aluviais do concelho de Monção.
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História
Em 2015, a quarta geração familiar requalificou a adega e começou a engarrafar parte da produção, com foco na qualidade e no caráter.
As nossas vinhas, de solo argilo-calcário, são influenciadas pelo mesoclima criado entre a brisa marítima proveniente do Oceano Atlântico e da Lagoa de Óbidos e a proximidade da Serra do Montejunto.
Na nossa adega produzimos vinhos de acordo com a autenticidade do que colhemos, mantendo a verdade do que o nosso trabalho no terroir nos proporciona, o que
nos permite obter vinhos com uma frescura intensa e uma agradável mineralidade, aliadas a uma acidez vincada.
Vinhos com uma identidade forte, um perfil único no palato e uma prometedora capacidade de guarda, que exprimem na sua essência as características da região e dos vinhos DOC Óbidos.
História
Em 2015, a quarta geração familiar requalificou a adega e começou a engarrafar parte da produção, com foco na qualidade e no caráter.
As nossas vinhas, de solo argilo-calcário, são influenciadas pelo mesoclima criado entre a brisa marítima proveniente do Oceano Atlântico e da Lagoa de Óbidos e a proximidade da Serra do Montejunto.
Na nossa adega produzimos vinhos de acordo com a autenticidade do que colhemos, mantendo a verdade do que o nosso trabalho no terroir nos proporciona, o que
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Vinhos com uma identidade forte, um perfil único no palato e uma prometedora capacidade de guarda, que exprimem na sua essência as características da região e dos vinhos DOC Óbidos.
QVP Copo Vinhedo
QVP Produtor Vinhedo
QVP Vinha Vinhedo
QVP Vinhas Vinhedo
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História
A Casa e Quinta de Paços deve o seu nome provavelmente a um antigo paço (lat. palatiu, também chamado lat. villa) do tempo em que a freguesia de Stª Eulália de Rio Côvo seria uma estância termal romana. Datam do séc. XV e XVI as primeiras referências às vinhas no Morgadio do Perdigão (Carvalhas) e na Quinta de Paços (Rio Covo, Santa Eulália), respetivamente.
O património da Quinta de Paços tem cerca de 200 hectares distribuída por seis quintas diferentes, cinco das quais no concelho de Barcelos e outra no concelho de Monção – Casa do Capitão-mor ou Quinta da Boavista (Mazedo). A Quinta de Paços está na mesma família há mais de 500 anos e de, pelo menos, 15 gerações.
História
A Casa e Quinta de Paços deve o seu nome provavelmente a um antigo paço (lat. palatiu, também chamado lat. villa) do tempo em que a freguesia de Stª Eulália de Rio Côvo seria uma estância termal romana. Datam do séc. XV e XVI as primeiras referências às vinhas no Morgadio do Perdigão (Carvalhas) e na Quinta de Paços (Rio Covo, Santa Eulália), respetivamente.
O património da Quinta de Paços tem cerca de 200 hectares distribuída por seis quintas diferentes, cinco das quais no concelho de Barcelos e outra no concelho de Monção – Casa do Capitão-mor ou Quinta da Boavista (Mazedo). A Quinta de Paços está na mesma família há mais de 500 anos e de, pelo menos, 15 gerações.
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História
A Família Hehn, há muitos anos ligada à Região Távora-Varosa, região por excelência dos espumantes em Portugal. Daqui e das nossas origens alemãs nasce a paixão pelos espumantes.
Os seus vinhos são criados na Quinta da Seara, São Cosmado, Armamar. Situada nas encostas do Rio Tedo, que corre para o Douro, voltada a sudeste e a 700 metros de altitude, esta propriedade constitui um terroir singular para a produção de vinhos brancos e espumantes.
A quinta encontra-se na família há várias gerações, sendo o Marcos Hehn Pinto da Silva, o atual proprietário, viticultor e enólogo e a quarta geração.
A primeira colheita que engarrafaram foi em 2005 e hoje, passados 13 anos, sabemos que os vinhos destas terras altas a sul do Douro, na região de Távora-Varosa, têm um potencial incrível de envelhecimento. Usam as castas tradicionais da região, brancas e tintas, das quais destacamos o Cerceal Branco e o Gouveio.
História
A Família Hehn, há muitos anos ligada à Região Távora-Varosa, região por excelência dos espumantes em Portugal. Daqui e das nossas origens alemãs nasce a paixão pelos espumantes.
Os seus vinhos são criados na Quinta da Seara, São Cosmado, Armamar. Situada nas encostas do Rio Tedo, que corre para o Douro, voltada a sudeste e a 700 metros de altitude, esta propriedade constitui um terroir singular para a produção de vinhos brancos e espumantes.
A quinta encontra-se na família há várias gerações, sendo o Marcos Hehn Pinto da Silva, o atual proprietário, viticultor e enólogo e a quarta geração.
A primeira colheita que engarrafaram foi em 2005 e hoje, passados 13 anos, sabemos que os vinhos destas terras altas a sul do Douro, na região de Távora-Varosa, têm um potencial incrível de envelhecimento. Usam as castas tradicionais da região, brancas e tintas, das quais destacamos o Cerceal Branco e o Gouveio.
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História
O vinho Indício nasceu de um encontro casual entre dois jovens (um deles nem tanto) entusiastas pelo prazer de “percebeber” o vinho: Alexandre Botelho (Noble &Murat) e Marco Lourenço (Cegos por Provas) combinaram trocar as suas experiências de profundo conhecimento do Douro, tradição familiar e hábitos de prova, para pegarem em vinhas velhas que pelo seu inestimável valor patrimonial, vão desaparecendo ou sendo desperdiçadas em escalas de produção que impedem uma genuína compreensão do seu valor.
A primeira vindima foi em 2017, na altura sob a supervisão do enólogo Luís Leocádio, na Quinta dos Lagares, com quem aprenderam a aprimorar algumas das ideias que queriam trabalhar. Daí resultaram os três primeiros Indícios (por definição “Aquilo que fica ou sobra do que desapareceu ou passou ou aconteceu”), um tinto, um branco e um rosé. Desde aí que trabalham apenas os dois, recorrendo a técnicas e saberes de vinificação tradicionais, com diminuta intervenção nos seus vinhos.
A partir de 2018 incorporaram um novo vinho, o Garganta Funda, que surgiu de uma amena conversa com a Oficina Arara, também do Porto, autores dos rótulos e de toda a imagem gráfica dos vinhos, e com quem mantém uma estreita relação desde o in(d)ício. A ideia será sempre mais a de fazer beber do que a de provocar, mesmo que uma leve à outra. Usam cubas de inox, barricas bastante usadas de carvalho francês e formas plásticas para pisar as uvas, sem controlo de temperatura. Os brancos fazem sempre curtimenta parcial. Nem sempre é possível manter as mesmas vinhas de ano para ano, pelo que nunca se sabe ao certo o que está para vir. É por aí que vamos.
História
O vinho Indício nasceu de um encontro casual entre dois jovens (um deles nem tanto) entusiastas pelo prazer de “percebeber” o vinho: Alexandre Botelho (Noble &Murat) e Marco Lourenço (Cegos por Provas) combinaram trocar as suas experiências de profundo conhecimento do Douro, tradição familiar e hábitos de prova, para pegarem em vinhas velhas que pelo seu inestimável valor patrimonial, vão desaparecendo ou sendo desperdiçadas em escalas de produção que impedem uma genuína compreensão do seu valor.
A primeira vindima foi em 2017, na altura sob a supervisão do enólogo Luís Leocádio, na Quinta dos Lagares, com quem aprenderam a aprimorar algumas das ideias que queriam trabalhar. Daí resultaram os três primeiros Indícios (por definição “Aquilo que fica ou sobra do que desapareceu ou passou ou aconteceu”), um tinto, um branco e um rosé. Desde aí que trabalham apenas os dois, recorrendo a técnicas e saberes de vinificação tradicionais, com diminuta intervenção nos seus vinhos.
A partir de 2018 incorporaram um novo vinho, o Garganta Funda, que surgiu de uma amena conversa com a Oficina Arara, também do Porto, autores dos rótulos e de toda a imagem gráfica dos vinhos, e com quem mantém uma estreita relação desde o in(d)ício. A ideia será sempre mais a de fazer beber do que a de provocar, mesmo que uma leve à outra. Usam cubas de inox, barricas bastante usadas de carvalho francês e formas plásticas para pisar as uvas, sem controlo de temperatura. Os brancos fazem sempre curtimenta parcial. Nem sempre é possível manter as mesmas vinhas de ano para ano, pelo que nunca se sabe ao certo o que está para vir. É por aí que vamos.
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História
Ataíde Semedo liderava a quinta da Dôna que marcou a história da Bairrada com tintos de classe como o 1992, revelando com alguns produtores como Luís Pato, Mário Sérgio Nuno Alves ou Sidónio de Sousa o potencial da casta Baga.
Em 2005 vendeu a quinta às Caves Alliança e arrancou um novo projecto em São Mateus na zona de Anadia, plantando 5 ha de vinhas (3 ha de castas tintas Baga, Touriga Nacional, Syrah e Pinot Noir e 2 ha de castas brancas Bical, Cercial, Viognier, Chardonnay e Pinot Blanc). As vinhas são plantadas em solo argilo-calcário, expostas a Sul e Sudoeste, numa zona atlântica fresca que proporciona uma bela frescura para produzir espumantes precisos e finos.
História
Ataíde Semedo liderava a quinta da Dôna que marcou a história da Bairrada com tintos de classe como o 1992, revelando com alguns produtores como Luís Pato, Mário Sérgio Nuno Alves ou Sidónio de Sousa o potencial da casta Baga.
Em 2005 vendeu a quinta às Caves Alliança e arrancou um novo projecto em São Mateus na zona de Anadia, plantando 5 ha de vinhas (3 ha de castas tintas Baga, Touriga Nacional, Syrah e Pinot Noir e 2 ha de castas brancas Bical, Cercial, Viognier, Chardonnay e Pinot Blanc). As vinhas são plantadas em solo argilo-calcário, expostas a Sul e Sudoeste, numa zona atlântica fresca que proporciona uma bela frescura para produzir espumantes precisos e finos.
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